Mais um domingo sem sono, procurando alguma coisa útil sobre alguma coisa nem tão útil assim na net, e eis a pérola que encontro! Se a internet ainda não virou a bozolandia eu não sei de mais nada!
Pedaços de um texto retirado de:
http://www.musicaeadoracao.com.br/musicarock/heavy_metal_pena.htm
(procurava algo sobre modos gregos e/ou harmonia, não lembro! e cai nesse site)
Heavy Metal – Vale a Pena?[1]
Ronaldo D. Oliveira
É noite. Luzes de variadas cores circulam ao redor de espectadores excitados com o acontecimento prestes a vir. Pessoas incontáveis se acotovelam e se empurram na tentativa de conseguir melhores lugares para que nenhum detalhe do show passe despercebido. Há fumaça subindo de todas as direções e alguns já desmaiam atordoados pela confusão e pelas drogas já ingeridas. No palco, luzes apagadas, e uma grande tensão toma conta de todos, ao notarem que alguém toma o seu lugar. De repente um som ensurdecedor é descarregado no público delirante dando a entender que o show está começando. Primeiro a guitarra, cujos sons distorcidos penetram com ímpeto em todas as células dos ouvintes, depois trovões são ouvidos ao ritmo da guitarra que, juntando-se ao baixo, faz com que as estruturas do estádio tremam a ponto de o som poder ser percebido nos ossos. Um grito terrível se mistura com a guerra de decibéis e as luzes do palco são disparadas de possantes canhões, fazendo com que apareçam os responsáveis pela demolição que permanecerá inabalável por duas horas seguidas. A toda esta baderna damos o nome de Heavy Metal.
Nasci em 1962, num lar dividido. Minha mãe, muito cristã, tentava me ensinar o caminho da verdadeira paz e o Criador do verdadeiro amor, mas não podia entender por que meu pai não participava desta mensagem que minha mãe sempre trazia. Veio a escola, e com ela as más companhias e, por fim, o Rock. Todo aquele som e cores me faziam vibrar a alma. Estava conhecendo o outro lado da moeda, o fruto proibido que parecia ser "bom para se comer e agradável aos olhos", mais ignorava as conseqüências do caminho largo que estava tomando. Com o passar do tempo, aquela figura jovem parecia mais morta do que viva, magra, pálida, linguajar chulo e comportamento duvidoso. As drogas ainda não haviam impressionado minha mente, pois nunca as havia tocado, mas a bebida alcoólica fazia o seu papel direitinho. No lar, discussões, desarmonia e tristeza, na mente o desejo cego de me tornar guitarrista, pois já havia até comprado uma guitarra para a infelicidade de minha família. Os vizinhos já não me olhavam com muito prazer, enfim eu era um rockeiro apaixonado pelo meu deus, o Rock. Com apenas dezessete anos de idade, meu objetivo já estava traçado e sem perceber que o Pai me observava, caminhava cegamente para o alvo.
O texto acaba com nosso protagonista encontrando a salvação divína, por meio de um livro, e libertando-se das enganadoras garras do rock!
E eu ainda pensava que os hippies eram os mais fanfarrões! Fico imaginando o diálogo entre o Sr. Ronaldo e algum tr00 que alterna sua vida entre slipknot e uns copos de ovomaltine bem profano! Daria um bom pocketbook para as filas de mercado, já que os arrombados de floripa não conseguem empacotar as próprias compras, o caixa precisa empacotar e isso faz a operação de compra demorar uma eternidade! Notem que nada disso é culpa de Deus ou do Heavy Metal.
PS¹ - Adicionei alguns links hoje! espero que os homenageados não fiquem magoados por estarem figurando na bozolândia. Por hoje, só adicionei links BONS (relembrando um vocábulo nurd!), mas logo mais postarei alguns links que o Sr. Bozo ficaria orgulhoso!
Pedaços de um texto retirado de:
http://www.musicaeadoracao.com.br/musicarock/heavy_metal_pena.htm
(procurava algo sobre modos gregos e/ou harmonia, não lembro! e cai nesse site)
Heavy Metal – Vale a Pena?[1]
Ronaldo D. Oliveira
É noite. Luzes de variadas cores circulam ao redor de espectadores excitados com o acontecimento prestes a vir. Pessoas incontáveis se acotovelam e se empurram na tentativa de conseguir melhores lugares para que nenhum detalhe do show passe despercebido. Há fumaça subindo de todas as direções e alguns já desmaiam atordoados pela confusão e pelas drogas já ingeridas. No palco, luzes apagadas, e uma grande tensão toma conta de todos, ao notarem que alguém toma o seu lugar. De repente um som ensurdecedor é descarregado no público delirante dando a entender que o show está começando. Primeiro a guitarra, cujos sons distorcidos penetram com ímpeto em todas as células dos ouvintes, depois trovões são ouvidos ao ritmo da guitarra que, juntando-se ao baixo, faz com que as estruturas do estádio tremam a ponto de o som poder ser percebido nos ossos. Um grito terrível se mistura com a guerra de decibéis e as luzes do palco são disparadas de possantes canhões, fazendo com que apareçam os responsáveis pela demolição que permanecerá inabalável por duas horas seguidas. A toda esta baderna damos o nome de Heavy Metal.
Nasci em 1962, num lar dividido. Minha mãe, muito cristã, tentava me ensinar o caminho da verdadeira paz e o Criador do verdadeiro amor, mas não podia entender por que meu pai não participava desta mensagem que minha mãe sempre trazia. Veio a escola, e com ela as más companhias e, por fim, o Rock. Todo aquele som e cores me faziam vibrar a alma. Estava conhecendo o outro lado da moeda, o fruto proibido que parecia ser "bom para se comer e agradável aos olhos", mais ignorava as conseqüências do caminho largo que estava tomando. Com o passar do tempo, aquela figura jovem parecia mais morta do que viva, magra, pálida, linguajar chulo e comportamento duvidoso. As drogas ainda não haviam impressionado minha mente, pois nunca as havia tocado, mas a bebida alcoólica fazia o seu papel direitinho. No lar, discussões, desarmonia e tristeza, na mente o desejo cego de me tornar guitarrista, pois já havia até comprado uma guitarra para a infelicidade de minha família. Os vizinhos já não me olhavam com muito prazer, enfim eu era um rockeiro apaixonado pelo meu deus, o Rock. Com apenas dezessete anos de idade, meu objetivo já estava traçado e sem perceber que o Pai me observava, caminhava cegamente para o alvo.
O texto acaba com nosso protagonista encontrando a salvação divína, por meio de um livro, e libertando-se das enganadoras garras do rock!
E eu ainda pensava que os hippies eram os mais fanfarrões! Fico imaginando o diálogo entre o Sr. Ronaldo e algum tr00 que alterna sua vida entre slipknot e uns copos de ovomaltine bem profano! Daria um bom pocketbook para as filas de mercado, já que os arrombados de floripa não conseguem empacotar as próprias compras, o caixa precisa empacotar e isso faz a operação de compra demorar uma eternidade! Notem que nada disso é culpa de Deus ou do Heavy Metal.
PS¹ - Adicionei alguns links hoje! espero que os homenageados não fiquem magoados por estarem figurando na bozolândia. Por hoje, só adicionei links BONS (relembrando um vocábulo nurd!), mas logo mais postarei alguns links que o Sr. Bozo ficaria orgulhoso!